Dólar sobe e inflação decepciona com alta abaixo do esperado
O dólar operou em alta nesta terça-feira (28/7), cotado a R$ 5,11. Apesar de a variação ser ligeira, as expectativas no mercado financeiro eram outras. Na véspera, a moeda norte-americana já subiu 0,60% em relação ao real.
De acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), divulgado nesta terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a inflação veio abaixo das projeções do mercado, subindo 0,06% em julho ante um aumento de 0,41% no mês anterior. De fato, em 2023 o IPCA-15 acumula elevação de 3,51%, e, neste ano, de 4,52%. No entanto, esses valores são significativamente menores que os previstos.
Taxas dos Estados Unidos
A atenção do mercado se voltou para a reunião desta quarta-feira (28/7) do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês), do Federal Reserve (Fed, o banco central americano). A previsão é que a taxa de juros dos Estados Unidos seja mantida, no intervalo entre 3,50% e 3,75%. Mas a tendência nos próximos meses é uma elevação para entre 3,75% e 4,00%.
Petróleo em queda
Enquanto o comportamento do petróleo vem perdendo intensidade desde o fim de semana. O preço da commodity recuou, embora a queda não seja tão expressiva quanto na véspera. Na manhã desta terça-feira, os preços do barril do tipo Brent caíram 1,60%, a US$ 84,50. Já o West Texas Intermediate (WTI) diminuiu 1,26%, a US$ 81,57.
Perguntas Frequentes
Por que ocorre essa flutuação do dólar?
O movimento varia constantemente em função de diversos fatores internacionais. A situação política e econômica global, bem como as expectativas sobre a taxa de juros nos EUA, desempenham um papel crucial.
Qual a influência da inflação para o dólar?
A inflação subindo abaixo do esperado pode impactar a confiança no mercado. Se os custos aumentarem menos do que o previsto, podem afetar as decisões dos investidores sobre como alavancar suas carteiras em um determinado país.
