Justiça confirma suspensão de tirolesa no Pão de Açúcar

O Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) negou pedido da Companhia Caminho Aéreo Pão de Açúcar para suspender a anulação da licença ambiental para instalação de uma tirolesa no Morro do Corcovado, no Rio de Janeiro.

A decisão foi tomada pelo desembargador federal Luiz Norton Baptista de Mattos. Na medida, a CCAPA deverá apresentar um plano de recuperação da área degradada em 60 dias e pagar R$ 30 milhões por danos morais.

Em abril do ano passado, juíza determinou reforma na sentença do MPF que acatou ações para anular licença ambiental concedida pelo Iphan. A CCAPA recorreu, afirmando que instalação é regular e traria danos ao turismo, mas desembargador entendeu que eventual atraso causará apenas prejuízo econômico recuperável.

Por que isso importa para o turismo?

A suspensão afeta diretamente o projeto ambicioso do Pão de Açúcar, um atrativo frequentemente procurado pelos turistas do Rio.

Perguntas Frequentes

Qual empresa está envolvida no caso da tirolesa?

A Companhia Caminho Aéreo Pão de Açúcar (CCAPA) é a responsável pela implantação do projeto.

O que acontecerá com o plano de recuperação da área degradada?

Em 60 dias, a CCAPA terá que apresentar um plano detalhado para recuperar a região afetada.

Houve alguma reação da empresa a essa decisão?

A companhia recorreu judicialmente para tentar rever a decisão do TRF-2, mas seu pedido foi negado.