Primeiro-ministro israelense reafirma postura contra armaria iraniana em meio a novos atentados na Arábia Saudita
O primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, garantiu neste domingo (9) que impedirá o Irã de obter armas nucleares. A declaração foi feita durante uma reunião do gabinete e foi emitida em meio a uma escalada regional da guerra após ataques recentes à refinaria saudita de Jazan, na costa do Mar Vermelho.
Netanyahu declarou: 'Quero enfatizar mais uma vez: com um acordo ou sem um acordo, enquanto eu for primeiro-ministro, o Irã não terá armas nucleares'. A declaração foi feita a poucos dias de uma série de ataques em instalações sauditas, atribuídos pela Arábia Saudita aos houthis, movimento afiliado ao Irã e responsável por um bloqueio marítimo contra a região.
Ataques na Arabáia Saudita
A refinaria de Jazan sofreu um ataque neste domingo. O Ministério da Energia saudita informou que houve um incêndio, posteriormente controlado, sem registro de feridos. O porta-voz militar dos houthis afirmou que o grupo utilizou um drone para atingir a instalação. As autoridades ainda não confirmaram a causa exata do incidente.
Escalada regional
A escalada regional foi intensificada após Riad assinar um pacto de defesa com Turquia e Paquistão, em resposta à crescente instabilidade provocada pelo conflito. O Irã e grupos armados aliados passaram a intensificar ataques contra outros países do Golfo, além de uma ação conjunta em águas internacionais.
Requisitos iranianos
No mês passado, um alto funcionário do Irã apresentou uma lista de requisitos que os EUA terão de cumprir antes que o estreito de Hormuz possa ser reaberto ao tráfego marítimo. Segundo a mídia estatal iraniana, questões militares e econômicas foram discutidas durante reunions com o líder supremo Ali Khamenei.
Perguntas Frequentes
Pergunta 1?
Resposta: O primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, declarou que impedirá o Irã de obter armas nucleares enquanto ele estiver no cargo.
Pergunta 2?
Resposta: Nova investida dos houthis contra a refinaria saudita de Jazan, na costa do Mar Vermelho, levanta novos temores sobre escalada regional da guerra.
