No fim de setembro, ANP libera novas áreas em leilões do petróleo
A Agência Nacional do Petróleo (ANP) anunciou nesta quinta-feira (6) que os leilões de outubro terão recorde de áreas em disputa. São dois certames marcados para o dia 7: um do 4º Ciclo de Partilha, no pré-sal, com 13 blocos; e outro do 6º Ciclo de Concessão, com 22 setores. As empresas devem mostrar interesse até 31 de agosto.
Petrobras e suas alavancas no leilão
Dois ciclos abrangem duas modalidades: a partilha do óleo e gás (regiões do pré-sal) e as concessões tradicionais. A Petrobrás, líder na área, demonstrou interesse em 6 blocos do partilha e 12 setores de concessão.
No que diz respeito ao pré-sal, o desafio continuará a ser atrair investimentos
O polígono do Pré-Sal, no litoral Sudeste, produz 82% da exploração nacional. O leilão de 2026 arrecadou R$ 989 milhões em bônus de assinatura e previu investimentos mínimos de R$ 1,5 bilhão na fase de exploração.
Como funcionam a partilha e a concessão
No modelo de partilha, a production sharing agreement (PSA) vencedora fica com metade do petróleo extraído acima dos custos. O regime de concessão é mais arriscado para os petroleiros que se tornam donos do leilão total.
Perguntas Frequentes
Quais empresas podem participar?
A ANP permite que até o fim agosto, empresas ainda possam declarar seu interesse em áreas ou blocos. Caso contrário, as empresas terão que formar consórcios com participantes ativos.
Qual é o valor das apostas do leilão?
A ANP ainda não divulgou os detalhes financeiros. No ano passado, blocos de pré-sal arrematados chegaram a R$ 104 bilhões em bônus e R$ 451,5 milhões em investimentos mínimos.
Quando são realizados esses leilões?
A data prevista é o dia 7 de outubro deste ano. As ofertas começam a ser aceitas nas primeiras semanas do mês.
