PM irmão de Eloá foi um dos policiais envolvidos na morte de chefão do PCC

Nas madrugadas de 22 de maio e 27 de junho de 2024, o tenente Ronickson Pimentel dos Santos, da Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota), participou de uma operação que terminou com a morte de Márcio Silva de Oliveira, o Fatioli. O chefe do PCC foi baleado após deixar reunião em Heliópolis e passou horas no hospital antes de falecer.

Em 27 de junho, Pimentel, já gravemente ferido na cabeça, foi atacado por dois homens em motocicleta enquanto aguardava um semáforo. Policiais do batalhão afirmam que os suspeitos estariam ligados a vingança no caso Fatioli.

Rolagem de olhos nas operações: perseguição e confrontos pela Avenida do Estado

O Peugeot ocupado por Fatioli foi localizado às 23h50 na Avenida das Juntas Provisórias. Pimentel comandava a viatura que se aproximou, mas o motorista não parou. Um quilômetro depois, no número 8.700 da Avenida do Estado, os ocupantes do carro e os policiais trocaram tiros.

Investigação investiga motivação da ataque

Nas imagens feitas pelo Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), o Peugeot está com para-brisa perfurado, marcas dos tiros das viaturas e vitimas internadas em hospitais.

Perguntas Frequentes

O que sabemos sobre a morte do tenente Pimentel?

A investigação aponta que o oficial pode ter sido atacado por vingança no caso Fatioli. Policiais afirmaram à Polícia Civil que dois homens em motocicleta efetuaram os disparos quando ele aguardava o semáforo.

Quem era Márcio Silva de Oliveira, o Fatioli?

Fatioli coordenava o tráfico de drogas na região de Heliópolis e era apontado por registros policiais como fornecedor das drogas usadas no centro paulistano. Estima-se que Pimentel tenha disparado quatro tiros com um fuzil FN Scar durante a ação.