Nova regra do Banco Central aumenta rigor nas operações com criptomoedas
O Banco Central criou uma 'quarentena' de 24 horas para stablecoins enviadas para o exterior ou cartes sem supervisão, a partir de 1º de janeiro de 2027. A medida visa prevenir fraudes envolvendo serviços relacionados à cripto.
A instituição detalhou que as compras de stablecoins subiram para US$ 14,7 bilhões no primeiro semestre do ano no exterior e reforça a necessidade de vigilância. Além disso, os bancos e instituições financeiras terão que avaliar o perfil do cliente, operação, outra parte envolvida e a jurisdição do destino para determinar se a retidação será aplicada.
Ritmo da tecnologia
O ritmo das stablecoins no mercado internacional cresce de forma vertiginosa, com um aumento de mais de 100% na soma transferida nos primeiros seis meses do ano. Isso revela como o uso desse tipo de ativo virtual está se transformando.
Impacto nas operações
A instituição explica que instâncias financeiras devem considerar diversos fatores na tomada de decisão sobre a retidação do dinheiro, sendo necessário comunicar o cliente e justificar a medida adotada.
Perguntas Frequentes
Quais são as stablecoins afetadas pela nova regra?
São consideradas estáveis aquelas transferidas para o exterior ou enviadas para carteiras sem supervisão do usuário, com um valor superior a US$ 10 mil por operação e cliente no mesmo dia.
Há riscos específicos associados às stablecoins?
Sim, as regulações visam prevenir fraudes em serviços de pagamento e ativos virtuais. Estabilidade financia tecnologia implica maior atenção aos perigos.
A medida começa quando e quem a aplica?
Em 2027, empresas financeiras serão responsáveis pela implementação da regra após análise do perfil e risco do cliente, operação, outra parte envolvida (parceiros financeiros) e jurisdição de sede das instituições.
