Copa do Mundo Feminina 2027 deve movimentar R$ 8,8 bilhões e criar oportunidades econômicas
O Brasil está se preparando para sediar a Copa do Mundo Feminina em 2027. Estima-se uma economia estimulada de R$ 8,8 bilhões até o evento, movimentada pelo fluxo maior de pessoas e investimentos, a partir de novembro de 2026.
A expectativa é que cerca de 2 milhões de pessoas frequentem estádios em busca de empregos e oportunidades duradouras. A FGV Projetos calculou os gastos relacionados à preparação e realização do torneio, estimando uma movimentação de R$ 4,7 bilhões apenas com o público.
Oportunidades de consumo
Setores como hospedagem, alimentação, transporte, comércio e lazer serão impactados. Especula-se que novos públicos frequentem os estádios, com potencial para consumir mais do que atualmente: 72% dos brasileiros nunca visitaram um campo de futebol são mulheres.
Oportunidades econômicas
A movimentação promete gerar 45,7 mil postos de trabalho, R$ 2,4 bilhões em renda e R$ 516 milhões em impostos. Organizações do setor privado já visam uma maior visibilidade para consolidar patrocínios a longo prazo.
Perguntas Frequentes
Qual é o impacto econômico esperado?
A expectativa é gerar R$ 8,8 bilhões em movimentação de economia ao redor da Copa do Mundo Feminina 2027.
Cerca de quantas pessoas podem frequentar os estádios?
Quase 2 milhões de pessoas são esperadas entre moradores e turistas durante o período do torneio.
Em qual ano a Copa começa?
A Copa do Mundo Feminina 2027 será realizada entre junho e julho de 2027, mas os preparativos devem começar em novembro de 2026.
