Dólar sobe a R$ 5,13 apesar de queda do petróleo e menor tensão no Irã

O dólar subiu novamente nesta terça-feira (4/8), alcançando a marca de R$ 5,13. Em contrapartida, o petróleo registrou decréscimo globalmente, e houve alívio nas tensões com o Irã.

Em meio a essas condições internacionais favoráveis, o mercado brasileiro viu a moeda americana ganhar força, marcando aumento de 0,87% ante o real. O Ibovespa, por sua vez, fechou em ligeira queda.

Câmara doméstica

O cenário interno contribuiu para a fortalecimento do dólar, com aversão ao risco e falta de propostas concretas para enfrentar problemas fiscais. Especialistas apontam a incerteza política e o alívio esperado para a decisão da taxa Selic na quarta-feira (5/8) como fatores.

Taxa base em debate

Na próxima reunião do Copom, marcada para esta quarta-feira, os investidores aguardam um corte de 0,25 ponto percentual na taxa Selic. No momento, a projeção é que o BC reduza a Selic para 14% ao ano.

Histórico industrial

Na manhã desta terça (4/8), as atividades industriais brasileiras enfrentaram recuos significativos. De acordo com o IBGE, a produção industrial subiu -1,8% em junho em relação a maio, um recuo que reflete desaceleração econômica e incertezas sobre a política fiscal.

Perguntas Frequentes

Por quê o dólar subiu?

O movimento reflete tanto fatores domésticos, como a incerteza política e baixa propostas sobre economia, quanto movimentos internacionais.

Caso venha uma queda da taxa Selic, há riscos para o mercado?

Sim. Menor juros podem aumentar as chances de inflação, pressionando a moeda americana.

Perguntas Frequentes

Por quê a produção industrial subiu?

O recuo reflete desaceleração econômica e incertezas sobre a política fiscal.

Vai haver algum impacto no cotidiano do brasileiro com esses movimentos econômicos?

Sim. Menor confiança pode reduzir os investimentos privados, afetando o cenário econômico a longo prazo.