Novo presidente colombiano enfrenta crise logo após tremor
O terremoto que matou mais de 200 pessoas na Colômbia em sua primeira semana como mandatário colocou o governo ultradireitista sob pressão. Abelardo de la Espriella adiou promessas de campanha e se viu confrontado com a gestão passada.
Gestão imediatamente confrontada
Em um dos primeiros desafios, Espriella declarou estado de calamidade pública e negou ajuda internacional, além de entrar em conflito com o governo anterior. A UNGRD (Unidade Nacional para Gestão de Risco de Desastres) estava sob a chefia do amigo do ex-presidente, Javier Pava.
Negativa à assistência estrangeira
España, em sua posse, afirmou que o governo recusou ajuda de equipes estrangeiras, além da negada oferta das cidades mexicana e carioca. O chanceler colombiano explicou a decisão, mas a população rejeitou essa versão.
Conflito com Pava
O novo ministro do Interior, Rodrigo Lara, culpa o governo Petro por recusa em receber ajuda internacional, admitindo que havia mudado de posição no próximo dia. A UNGRD agora aceita auxílios humanitários.
Perguntas Frequentes
Auxilio internacional era realmente necessário?
España negou ajudas internacionais logo após o terremoto, alegando capacidade local. No entanto, equipes de outros países que se ofereceram foram negadas.
Por que Espriella recusou ajuda das cidades mexicana e carioca?
A resposta oficial é a não necessidade técnica para o resgate dentro do prazo da janela crítica, mas a população questiona práticas burocráticas de Bogotá.
Qual foi impacto político nas primeiras horas após o terremoto?
España anunciou decreto de calamidade pública e atrasos em viagens e transição com sua equipe, gerando descontentamento público sobre planejamento inicial.
