GENÉTICA É PRINCIPAL CAUSADORA DE ALERGIAS ALIMENTARES EM BEBÊS
Agenor Siqueira Oliveira, médico pediatra do Hospital Mater Dei Goiânia, explica que a presença de alergias no histórico familiar das crianças aumenta significativamente as chances delas desenvolverem a doença. A pesquisa aponta que entre 4 e 5 anos os sistemas imunológicos dos bebês começam a se estabilizar.
Segundo Raquel Tavares Alves, médica alergista, a predisposição genética é apenas um dos principais fatores. Do mesmo modo, a microbiota intestinal, influenciada pelo tipo de parto e alimentação na primeira infância, também impacta o desenvolvimento das alergias.
COMO FATOR GENÉTICO E ALEITAMENTO MATerno INFLUENCIAM?
Se a mãe passar por crises de asma ou alergia, principalmente se moderada ou grave, as crianças têm maiores chances de desenvolver alergias, explica Raquel. O incentivo ao aleitamento materno nas primeiras seis meses também é crucial para diminuir o risco.
QUAL A IMPORTÂNCIA DA INTRODUÇÃO SEGURA DE ALIMENTOS?
Introdução dos alimentos como ovo e amendoim no primeiro ano de vida não só garante a nutrição adequada, mas também pode favorecer a formação da imunidade do bebê. Isso se deve à influência que os alimentos têm sobre a microbiota intestinal.
Perguntas Frequentes
DUAS ALERGIAS NA FAMILIA: MEU BEBÊ CORRE MAIOR RÍSICO?
Sim, se pais ou mães forem alérgicos, a chance de o bebê desenvolver alguma alergia também aumenta.
QUAL É O PÉROLA PARA PREVENIR ALEGIAS EM BEBÊS?
Cuide do histórico familiar de alergias e procure um pediatra para monitorar a saúde imunológica da criança nos primeiros anos de vida. Promova o aleitamento materno com exclusividade até os seis meses.
