A ação ocorreu na área central de Brasília
No começo da tarde desta quarta-feira (12/8), uma tragédia deixou o bairro de cabeça baixa: um homem em situação de rua chutou violentamente a cabeça de uma pequena vítima no Asa Sul, uma das áreas mais movimentadas da capital federal. O suspeito, Celso Pinheiro, foi detido na sequência e está sob investigação da Policia Civil.
Celso Pinheiro já era conhecido pelas autoridades
Na madrugada do dia anterior (11/8), a mesma pessoa havia sido flagrada agredindo uma criança no Plano Piloto. O morador de rua foi solto horas depois, assinando um Termo Circunstanciado de Ocorrência. Neste novo caso, a mãe e a vítima já haviam deixado o local do incidente.
O que levou à prisão
Um homem identificado apenas pelo nome de Celso Pinheiro foi visto em atitude suspeita perto da Biblioteca Nacional por uma patrulha da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF). Após o levantamento, o suspeito reagiu à ordem de prisão, com consequências imediatas: a PM foi ao local e efetuou a captura.
Bruno Silva, porta-voz da PMDF: “As ações na região central são intensificadas para garantir a segurança das crianças. Mesmo que tivéssemos perdido as pistas originais de agressão, identificamos o sujeito rapidamente e garantimos sua prontidão à justiça.”O estado da vítima
Nas imagens preservadas pelo estabelecimento, é visível uma criança que estava acompanhada de sua mãe em frente ao comércio. Um homem se aproximou inesperadamente e emitiu um chute certeiro contra a pequena, atingindo-a no crânio. A atualização médica da criança não foi divulgada até o momento.
Márcia Gomes, responsável pela loja: “A surpresa do incidente ainda não se dissipou e esperamos que a polícia encontre a criança de volta em segurança.”Perguntas Frequentes
E se a mãe ou a criança voltarem?
As autoridades estão preparadas para acolher qualquer novidade. O último contato oficial diz o contrário, mas a esperança nunca morre na capital federal.
Ao que se sabe até agora...
Celso Pinheiro (47 anos) tem antecedentes de agressões infantis e está à disposição do sistema judiciário. A PCDF investiga o caso para detalhar os passos seguintes.
