Espontânea inspira equipe a repensar Páscoa

Durante a Páscoa, uma criança com leucemia terminou sua curta vida acompanhada de cuidados paliativos. Sua atitude mostra resiliência em momentos difíceis.

Andrea Tavares, enfermeira e especialista na área, compartilha que atuou nos últimos dias dessa paciente. “Elas têm uma fé incrível, é a força que as mantém”, destaca Tavares.

Quanto ao PMS

O Programa de Mecanismos Paliativos do Estado (PMS) oferece formação aos profissionais, garantindo atendimento adequado a pacientes com doenças graves. A Secretaria da Saúde do DF investiu R$ 1,2 milhão nesse projeto.

Impacto na equipe

A proximidade com as famílias terminais fez os profissionais repensarem sua postura no cotidiano. Caroline Freitas de Oliveira, enfermeira do Hospital Regional de Ceilândia, explica que o objetivo é prevenir a dor e aliviar outros sintomas físicos além do emocional.

Cuidados paliativos são mais amplos

No Hospital São Luiz, os cuidados vão além da melhoria do conforto. A equipe se reúne para discutir o atendimento de cada paciente terminado e avaliar possíveis formas de aprimoramento.

Perguntas Frequentes

Quem pode precisar dos cuidados paliativos?

Doentes graves, que vivenciem dor, sintomas difíceis ou perda de autonomia podem ser elegíveis. A equipe avalia a evolução da condição e necessidades do paciente.

Como é a rotina dos profissionais?

Eles vigiam os pacientes 24 horas por dia, cuidando das questões físicas e emocionais que afetam a qualidade de vida. Observação constante ajuda na melhor estratégia terapêutica.

Os cuidados paliativos começam no final da doença?

Não, os profissionais podem atuar desde o diagnóstico da grave enfermidade até a fase terminal do paciente.