Advogado denuncia detranense em blitz e pede afastamento do cargo conforme informação divulgada por Metrópoles – Distrito Federal
O advogado Eduardo Castro ingressou na Justiça com uma ação contra a agente Luciana Borges da Costa, do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF), após ser xingado durante um atendimento na capital federal. O caso gerou repercussão a partir das imagens gravadas durante o confronto.
Ao chegar em uma blitz realizada no domingo (5/7) em Taguatinga, Castro solicitou que a equipe fosse instruída sobre como obter a ordem de serviço para o veículo do cliente. Em resposta, a agente teria se manifestado de forma exaltada, dizendo: “Era só o que me faltava. Vai vir com essa marra? Faz o seguinte: sabe onde você vai pegar essa ordem de serviço? No caralho que o parta.” Em seguida, a agente confirmou a declaração repetindo: “É no caralho que o parta que você vai pedir a ordem de serviço” e encerrou com um último insulto: “Ah, vá se fuder.”
Justiça em questão
Nas alegações ao Poder Judiciário, Costa ataca o Estado pelo suposto conduto verbal agressivo da funcionária estadual, argumentando que tal prática transmite à sociedade uma imagem ruim do Executivo local. “A agente não cumpriu seu dever funcional e utilizado sua posição de poder para humilhar, constranger e ofender verbalmente o administrado”, descreve a ação.
Resposta Detran
Ainda conforme a nota oficial, o Detran-DF esclarece que a situação surgiu após um motorista passar por um teste positivo do etilômetro. A equipe de fiscalização foi acionada e levou em consideração leis vigentes naquele momento para proceder com as medidas administrativas cabíveis.
Perguntas Frequentes
Advogado contra funcionária é novo no Detran?
Eduardo Castro não tem histórico de ações judiciais em casos semelhantes. A notícia surgiu como resultado dos confrontos de domingo, levando-o a buscar justiça para o caso.
O Detran-DF tem histórico de controvérsias parecidas?
De acordo com as informações oficiais do órgão, este caso específico é atípico e não consta de situações análogas. Mas é uma questão que suscita reflexões sobre a conduta funcional dos agentes da autarquia.
