Aliança Brasil-China: novos horizontes para a indústria cinematográfica

O Senado brasileiro aprovou uma medida histórica que permitirá coproduções entre cinéfilos brasileiros e chineses. O acordo, assinado em 2017 mas só agora aprovado, prevê incentivos fiscais para filmes lançados nos dois mercados.

A Ancine e o órgão chinês correspondente terão de aprovar cada projeto, com participação financeira entre 20% a 80% do custo total da produção. O relator do texto, senador Humberto Costa (PT-PE), destaca que isso vai ajudar a ‘reduzir barreiras comerciais e fortalecer o cinema brasileiro’, um setor vital na economia criativa.

Pelos termos:, os projetos deverão ser aprovados pelas respectivas agências reguladoras, e os elencos devem prioritariamente reunir profissionais do Brasil ou China.

Facilidades também para profissionais

O acordo também traz facilidades para emissão de vistos dos envolvidos na produção e isenção de taxas de importação temporária para equipamentos utilizados nas filmagens. Essa medida visa tornar a parceria mais atractiva.

Outras vantagens incluem isenções fiscais, redução da burocracia, e facilitação no compartilhamento de tecnologias avançadas entre os dois países.

Ainda há um passo para o avanço final:, o texto segue para promulgação, tornando oficial antes do fim do mês.

Conforme informação divulgada por Revista Oeste – Política.

Perguntas Frequentes

Como funciona a coprodução entre Brasil e China?

Coproduções devem ser aprovadas pela Ancine e pelo órgão chinês, com participação financeira variando de 20% a 80%.

Qual o impacto para os produtores brasileiros?

O novo acordo oferece incentivos fiscais aos filmes produzidos em parceria, beneficiando os cineastas que buscam expandir suas obras para o mercado chino.

Vai haver isenção de impostos?

A isenção temporária de importação de equipamentos e taxas de vistos facilitarão o trabalho dos profissionais envolvidos, inclusive reduzindo seu custo operacional.