A vereadora Amanda Vettorazzo (União Brasil) protocolou uma representação na Corregedoria da Câmara Municipal de São Paulo contra o vereador Senival Moura (PT), preso na Operação Última Parada. A ação foi realizada nesta quinta-feira, 25, e a parlamentar solicita a abertura de procedimento disciplinar para apurar eventual quebra de decoro parlamentar em razão das investigações sobre um suposto esquema de lavagem de dinheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC) por meio da empresa de ônibus Transunião.
Amanda Vettorazzo, coordenadora do Movimento Brasil Livre (MBL) e eleita em 2024 com 40.144 votos, já ganhou notoriedade nacional por sua proposta de lei conhecida como “lei anti-Oruam”, que proíbe a prefeitura de contratar ou apoiar eventos com apologia ao crime e organizações criminosas[4]. Ela também assumiu como vereadora em 1º de janeiro de 2025 e, no mesmo dia, protocolou uma CPI para apurar invasões de propriedade em São Paulo[4].
Senival Moura, do PT, foi preso durante a Operação Última Parada, que investiga um esquema de lavagem de dinheiro do PCC. A empresa de ônibus Transunião é apontada como parte desse esquema. A vereadora pede que a Corregedoria avalie se a conduta do vereador durante as investigações violou o decoro parlamentar, o que poderia levar a sanções disciplinares.
Com esta ação, Amanda Vettorazzo reforça seu compromisso com a causa de cidades inteligentes e a causa animal, além de sua postura firme contra a apologia ao crime em espaços públicos[4]. A Corregedoria da Câmara agora deverá analisar a representação e decidir se abre o processo disciplinar solicitado.
