Ibovespa vira o ano e caixa dúvidas sobre a hora certa de voltar

Após uma queda consecutiva que afastou as ações do Brasil das suas alturas atingidas em abril, o Ibovespa voltou nesta semana ao patamar de início de 2023. Com isso, emergem novamente os questionamentos sobre se é hora de aproveitar a Bolsa.

O índice passou a negociar com um múltiplo P/L (preço a lucro) de 8,4 vezes, similar ao registrado no início do ano. Enquanto o investidor reflete sobre entradas, os fluxos financeiros estrangeiros indicam mudança na maré: saída de R$ 15,6 bilhões nos primeiros dias de agosto.

O que pensar da Bolsa atualmente?

Com a bolsa barata em termos de múltiplos P/L e um cenário político incerto até as próximas eleições, o cenário tem levantado dúvidas entre os investidores. Nesta fase defensiva, algumas empresas emergem como opções de proteção, como as de utilidades públicas.

Com a Bolsa em baixa há 11 meses, existe perigo?

Pesquisas têm indicado que o Ibovespa está 20 pontos abaixo do histórico. No entanto, os altos juros retraem o apetite por risco do público local e a concorrência com renda fixa permanece.

Quais empresas devem ser vistas de perto?

Pesquisas apontam para companhias de energia, petróleo e saneamento como opções mais resistentes, conforme analistas. Empresas com projetos na bolsa de Nova York mas atreladas à economia brasileira também ganham destaque.

Perguntas Frequentes

É hora de voltar à Bolsa?

A resposta depende do perfil e do cenário. Empresas estabelecidas e saneamento em destaque como opções, mas cautela é recomendada até a definição política.

Negociações aceleram com chegar as eleições?

Com as próximas eleições, indefinições políticas seguem prejudicando investimentos estrangeiros. Mas períodos de instabilidade frequentemente apresentam oportunidades após o pleito.

O Ibovespa pode recarregar bateria até lá?

Investidores buscam estratégias defensivas, com ETFs e carteiras como opções para segurar os recursos em ação. Opções de empresas multinacionais também são viáveis.