Os custos de produção de suínos e frangos de corte registraram nova queda em maio de 2026 nos principais estados produtores do Sul do Brasil, conforme novo levantamento mensal da Central de Inteligência de Aves e Suínos (CIAS) da Embrapa[1][7]. A redução foi impulsionada principalmente pela queda no preço da ração, cujos componentes principais são grãos como milho e farelo de soja[2][3].
Em Santa Catarina, o custo do suíno vivo caiu de R$ 6,25 para R$ 6,23 por quilo, uma redução de 0,37% em relação a abril[2]. O Índice de Custo de Produção de Suínos (ICPSuíno) ficou em 356,33 pontos[2]. A ração, que representa cerca de 72,45% do custo total, teve queda de 0,36% no mês e acumula redução de 2,83% no ano[3][6].
No Paraná, o custo de produção do frango de corte recuou para R$ 4,68 por quilo, queda de 0,38% em relação a abril[1][8]. O Índice de Custo de Produção de Frangos (ICPFrango) atingiu 362,13 pontos[1]. A ração representou mais de 60% dos gastos de maio, com recuo de 1,15% no mês e queda acumulada de 6,63% em 12 meses[4][8].
Apesar da queda nos últimos 12 meses (variação negativa de 2,05%), o índice anual (janeiro a maio) registrou alta de 0,53%, segundo a Embrapa[4]. A alimentação representa cerca de 70% do custo total da produção em ambos os setores[3].
