Açoes e Ibovespa avançam com melhora na economia global
O dólar encerrou a sessão de quarta-feira (22) no menor nível desde junho, alavancado pela alta do petróleo e entrada de recursos estrangeiros. Esta semana os investidores monitoraram tensões geopolíticas, notícias sobre estoques de petróleo nos EUA e medidas de apoio aos mercados corporativos brasileiros.
Dólar com menor valor desde junho
A moeda norte-americana caiu para R$ 5,0533, resultado da terceira baixa seguida. O movimento foi favorecido pela demanda por bônus dos Estados Unidos e inflação moderada em outros países emergentes.
Petróleo impulsiona economia
A valorização do petróleo, que ficou nos níveis mais elevados desde julho de 2014, melhora as perspectivas para a balança comercial brasileira. O barril do tipo WTI subiu 2,95% e Brent 3,36%, sustentados por tensões geopolíticas no Oriente Médio.
Fluxo de capital estrangeiro fortalece bolsa
A entrada de fundos internacionais no mercado brasileiro foi um levante relevante. Embora a maior parte dos principais índices de Wall Street tenha recuado, o Ibovespa subiu 2,44% para 177.547,57 pontos, interrompendo uma sequência de cinco quedas seguidas.
Petrobras lidera gains
A alta do petróleo refletiu nos papéis da Petrobras, as mais negociadas, com ação ordinária subindo 2,39% e preferencial avançando 2,21%, impulsionado pela valorização global do combustível.
Perguntas Frequentes
O que levou ao corte no valor do dólar?
Foi a combinação de fatores como o apetite por bônus dos EUA, tensões geopolíticas e alta do petróleo.
Qual a importância do fluxo de capital estrangeiro?
A entrada de recursos internacionais fortaleceu as condições de mercado, beneficiando tanto o dólar quanto a bolsa.
Vai dura por quanto tempo?
É difícil prever, mas com a situação da oferta global do petróleo ainda incerta, pode haver flutuações no curto prazo.
