Os Estados Unidos confirmaram a morte de **Ali Husayn al-Ulaywi**, um líder de alto escalão do **Estado Islâmico (EI)**, após um ataque aéreo realizado no noroeste da Síria. A operação militar ocorreu na sexta-feira, 19 de junho, e foi divulgada oficialmente pelo Comando Central dos EUA (Centcom) na quarta-feira, 24 de junho[1][2].

De acordo com o comunicado das Forças Armadas americanas, o ataque de precisão foi parte dos "esforços contínuos dos EUA para desmantelar e eliminar terroristas que buscam atacar americanos no exterior ou no território dos EUA"[1][2]. O almirante Brad Cooper, comandante do Centcom, reforçou que a organização e seus parceiros permanecem comprometidos em "erradicar os remanescentes do EI para garantir sua derrota duradoura"[2].

A operação visa desarticular uma facção operativa chave do grupo terrorista na região. O ataque também resultou na morte de outro membro não identificado do EI, além de Al-Ulaywi, segundo informações do Centcom[3][4]. A presença de forças norte-americanas e aliados internacionais na Síria contra o EI é constante desde meados de 2014, embora o grupo tenha perdido força entre 2017 e 2019 após ser expulso de seus últimos redutos no Iraque e na Síria[8].

Apesar da expulsão de seus territórios formais, o Estado Islâmico migrou para a África, mantendo células ativas em países instáveis, e ainda opera com grupos no Oriente Médio, incluindo na Síria[1]. Na semana seguinte ao ataque, o grupo militante reivindicou a autoria de uma operação perto da cidade de Manbij, na província de Aleppo, demonstrando a persistência de suas atividades na região[1].