O Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República publicou uma nova versão da portaria de nomeação de assistentes para a Secretaria de Segurança Presidencial após a divulgação de um documento que trazia os nomes fictícios "Fulano de Tal" e "Cicrano de Tal" entre os designados para as funções[2].
A portaria nº 172, datada de 19 de junho de 2026 e assinada pelo diretor Vinícius Damasceno do Nascimento, inicialmente designava o major "Fulano de Tal" e o tenente "Cicrano de Tal" como assistentes, além do 1º sargento da Marinha Márcio Adriano de Jesus Leite[1][3].
Com a retificação, os nomes genéricos foram substituídos por três militares reais: dois sargentos da Marinha e uma sargento do Exército, que passam a ocupar os cargos previstos na norma[2]. Os militares nomeados são os sargentos da Marinha Márcio Adriano Leite, Francisco Marcone Filho e Thiago Carneiro do Nascimento, além da sargento do Exército Beatriz Barbio[1].
Os quatro militares foram indicados para exercer a função de assistentes na Secretaria de Segurança Presidencial do GSI, ficando dispensados das funções que ocupam atualmente e passam a receber a Gratificação de Representação da Presidência da República, código Nível IV[1].
O GSI informou que "identificou o ocorrido e que a retificação da publicação será realizada no próximo DOU", corrigindo o erro de grafia e os nomes fictícios que chamaram atenção nas redes sociais[1][5].
A gratificação mencionada é de R$ 1.337,09, sendo R$ 502,75 de vencimento básico e R$ 834,34 de gratificação de desempenho, conforme a Lei nº 11.526/2007[1].
O GSI assessora o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em temas de segurança, defesa nacional e gerenciamento de crises, e é diretamente responsável pela proteção física dele e do vice Geraldo Alckmin, assim como dos familiares[1].
