Master repassou R$ 3,6 bilhões em dívidas para gestora investigada
O Banco Master, um dos maiores do Brasil, realizou uma série de transferências financeiras questionáveis ao fundo Reag nas últimas semanas. Essas movimentações são sob suspeita de envolvimento com o crime organizado e possíveis fraudes em operações de combustíveis.
Dados obtidos mostram que a gestora Reag, atacada pela Polícia Federal por fraude e lavagem de dinheiro, recebeu R$ 3,6 bilhões dos créditos repassados pela Master. A investigação sugere que parte desses recursos pode estar ligada a atividades ilegais.
Suspeitado envolvimento com crise financeira
As operações ocorreram por meio de 112 transações entre 2021 e 2025, gerando uma grande preocupação sobre o controle do dinheiro na estrutura do Master. A suspeita é que esses créditos sejam utilizados como um mecanismo para esconder a origem criminosa de parte dos fundos.
Operações com risco
Mais detalhes revelam que algumas transferências foram feitas no mesmo dia em que os fundos receberam as dívidas. Por exemplo, em 2022 e setembro de 2023, empréstimos da Gafisa foram repassados logo após a gestora receber valores do Master.
Perguntas Frequentes
A Master envia fundos para investimentos relacionados ao crime?
As investigações apontam que essas transações poderiam ser parte de um esquema fraudulento. O liquidante do Master está em processo legal para anular o congelamento de bens sob suspeita dessas movimentações.
Qual a implicação disso para os investidores?
A investigação é ativa, e qualquer confirmação dos ilícitos poderia afetar significativamente a credibilidade do banco Master. Investidores devem monitorar de perto as atualizações do caso.
