O Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), vinculado ao Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), deflagrou nesta quarta-feira (1º/7) a maior operação da sua história, com foco na facção Primeiro Comando da Capital (PCC). A ação, batizada de Operação Coluna Sul, envolveu nove forças policiais e foi executada em seis estados: Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais[1].
A megaoperação cumpre mais de 320 ordens judiciais, incluindo 151 mandados de prisão temporária, 151 mandados de busca e apreensão e ordens de bloqueio de bens. Os alvos são suspeitos de integrar a organização criminosa que atua dentro e fora de presídios, com foco na "coluna vertebral" financeira e estrutural do PCC[1][9].
Em Santa Catarina, a operação ocorre em 28 cidades, incluindo 151 prisões temporárias. Além das prisões, a ação resultou na apreensão de R$ 65 mil em dinheiro, encontrado em um saco de lixo, e de fuzis pertencentes a um líder da facção conhecido como "Cachorrão"[4]. A operação é um desdobramento das investigações iniciadas na Operação Maserati, que investigou a infiltração do PCC em empresas de ônibus e a lavagem de dinheiro[4].
Esta é a primeira vez que o Gaeco catarinense realiza uma ação tão ampla, com múltiplas prisões e apreensões simultâneas em seis estados. A operação visa desarticular a estrutura financeira do PCC, bloqueando contas e apreendendo bens[1].
Fonte original: Metrópoles – Brasil.
