Aos 38 anos, Lionel Messi tornou-se o mais novo bilionário do esporte, com patrimônio líquido estimado em **US$ 1,1 bilhão** (R$ 5,69 bilhões), segundo a **Forbes** e confirmado pela **Bloomberg**[1][2][5]. A conquista marca um novo patamar financeiro para o craque argentino, que acumula mais de **US$ 700 milhões** em salários e bônus desde 2007, além de receitas de patrocínios, investimentos imobiliários e participação societária no Inter Miami[1][2].

Seu sucesso financeiro não é apenas fruto de salários esportivos, mas de uma estratégia de negócios gerida por seu pai, **Jorge Messi**, que inclui acordos de divisão de receitas com a Apple para o MLS Season Pass, investimentos em hotéis e imóveis comerciais na Espanha, e participação em redes de restaurantes na Argentina[1]. Em dezembro de 2024, Messi listou um fundo imobiliário, **Edificio Rostower Socimi**, avaliado em **US$ 232 milhões**, consolidando sua diversificação em ativos reais[1].

Um dos fatores-chave para sua ascensão foi a decisão de **não aceitar** um contrato de **US$ 400 milhões anuais** na Liga Saudita em 2022, optando pelo Inter Miami, onde sua remuneração anual varia entre **US$ 70 milhões e US$ 80 milhões**, incluindo direitos societários[1]. A valorização do clube norte-americano, que saltou **20%** para cerca de **US$ 1,45 bilhão** em fevereiro, e a cláusula que lhe permite comprar uma fatia do clube após a aposentadoria, foram fundamentais para sua fortuna[1].

Messi também expandiu seu portfólio de clubes de futebol, comprando recentemente o **UE Cornellà** (5ª divisão espanhola) e mantendo participação no **Deportivo LSM** (Uruguai), além de administrar o clube de divisões inferiores **Los Leones**, em sua cidade natal, Rosario[1]. Assim como Cristiano Ronaldo — que se tornou o primeiro bilionário do futebol ao se juntar ao Al-Nassr FC em 2023 — Messi agora está entre os atletas mais ricos do mundo, com receita total de contratos esportivos antes de impostos e comissões de aproximadamente **US$ 1,8 bilhão** ao longo da carreira[1][2].

Historicamente, atletas bilionários dependem majoritariamente de investimentos, como Roger Federer (com 3% da marca On) e Michael Jordan (com participação no Charlotte Hornets). No entanto, a explosão salarial recente no futebol permitiu que Messi e Ronaldo ultrapassassem US$ 1 bilhão **apenas com remuneração esportiva**, além de patrocínios e investimentos[1].

Apesar de ter enfrentado questões fiscais na Espanha entre 2007 e 2009, Messi desde então diversificou seus ativos e mantém forte controle sobre seus negócios, sempre com o apoio de seu pai. Sua jornada de bilionário, enquanto segue em atividade e disputa sua sexta Copa do Mundo, é um exemplo de como inteligência financeira e estratégia de negócios podem transformar um talento esportivo em um império global[1][2].

⚽️ Faltam **26 dias** para a Copa do Mundo! 🏆️ #copa #messi #bilionario