Papa Leão XIV celebra 4 de Julho rezando por migrantes mortos em Lampedusa

Em um gesto simbólico durante as comemorações dos 250 anos da Declaração de Independência nos Estados Unidos, o Papa Leão XIV escolheu uma pequena ilha na Itália, Lampedusa, para prestar homenagem a milhares de migrantes que morreram tentando chegar à Europa em busca de melhores condições de vida.

A visita do pontífice teve especial enfoque no cemitério dos migrantes, localizado na mesma ilha e dedilhado pelo Papa Francisco durante um passo antecipado. O pontífice abençoou uma placa dedicada ao líder venezuelano e em seguida celebrou uma missa que uniu moradores locais a recém-chegados.

Durante a missa, Leão XIV ressaltou a importância de proteger a vida humana 'da concepção à morte', especialmente dos migrantes. Em uma declaração direta ao governo americano, ele afirma que a defesa da dignidade humana inclui o acolhimento e proteção de imigrantes.

No 4 de Julho

Além de celebrar as comemorações dos EUA, a escolha do local simboliza uma critica às políticas migratórias norte-americanas, que já divergem das posições do Vaticano.

Bonança na Itália

Localizada mais próxima da África do que de grande parte da península italiana, Lampedusa tornou-se uma importante porta de entrada para centenas de milhares de migrantes. O primeiro Papa nascido nos EUA também dialogou com alguns recém-chegados no porto antes de visitar a praia rochosa.

Conforme informação divulgada por MUNDO