Descubra como a gestão externa da camada tecnológica do Pix libera capital e talentos, acelerando o crescimento de fintechs, grandes empresas e plataformas de pagamentos.

O Pix revolucionou o sistema de pagamentos brasileiro, mas operar sua infraestrutura internamente representa um desafio contínuo para muitas instituições. Manter toda a complexa camada tecnológica do arranjo exige investimentos significativos em tempo, equipe e capital, desviando o foco do que realmente gera valor para o cliente.

Empresas de todos os portes, desde fintechs inovadoras até gigantes do e-commerce e mobilidade, têm percebido que a construção e manutenção de uma estrutura proprietária para o Pix pode ser custosa e não oferece um diferencial competitivo.

É nesse cenário que a terceirização da infraestrutura técnica emerge como a estratégia preferencial de mercado, garantindo não apenas a aderência regulatória, mas também a eficiência e a disponibilidade contínuas do serviço, conforme informação divulgada por Finsiders – Tecnologia FinTech.

Os desafios e custos da infraestrutura própria do Pix

Para qualquer instituição que deseja operar no Pix, seja como participante direto ou indireto, assumir a operação contínua da mensageria, conexão à RSFN e aderência regulatória ao SPI é uma tarefa hercúlea. Cada nova atualização normativa do Banco Central demanda tempo de equipe especializada, processos de homologação complexos e um capital considerável.

O caminho proprietário envolve custos bem conhecidos por quem já o percorreu: exige conexão em tempo real com o Banco Central, gestão robusta de chaves no DICT, garantia de disponibilidade 24/7 sob rigorosas exigências regulatórias e uma equipe dedicada exclusivamente a acompanhar a evolução do arranjo. Esses são recursos, tanto financeiros quanto humanos, alocados em uma camada que, embora essencial, não diferencia o produto final perante o cliente.

Além disso, falhas nessa infraestrutura podem comprometer a operação inteira da instituição, impactando diretamente a experiência do usuário e a reputação da empresa. Essa realidade tem impulsionado um movimento claro de mercado rumo à busca por soluções externas.

Por que a terceirização da infraestrutura do Pix virou padrão de mercado?

A percepção de que a infraestrutura técnica do Pix não é um diferencial competitivo, mas sim uma necessidade operacional complexa, mudou a forma como as empresas abordam o tema. Ao terceirizar a infraestrutura do Pix, as instituições liberam capital, tempo e talento técnico para investir em áreas que realmente impulsionam o crescimento e a inovação.

Grandes players do mercado, incluindo fintechs de destaque, empresas globais de pagamentos e plataformas de mobilidade e entregas, já operam o Pix sobre infraestrutura terceirizada. Eles evitam construir e manter internamente toda a camada tecnológica, beneficiando-se da experiência e escala de parceiros especializados, independentemente de serem participantes diretos ou indiretos do Pix.

Essa estratégia permite que as empresas foquem no seu core business, como o desenvolvimento de novos produtos, a expansão da distribuição e o aprimoramento do relacionamento com o cliente, em vez de se preocuparem com a complexidade técnica e regulatória do sistema de pagamentos instantâneos.

Stark Infra: solução completa para operar o Pix com agilidade e segurança

Nesse cenário de busca por eficiência e especialização, a Stark Infra se destaca ao oferecer uma solução completa para a operação do Pix. Sua proposta atende tanto aos participantes diretos, que necessitam da infraestrutura técnica sem desenvolvê-la internamente, quanto aos participantes indiretos, que precisam de um parceiro já integrado ao sistema.

A plataforma da Stark Infra garante conexão ao SPI e ao SPB, gestão eficiente de chaves Pix, conciliação de transações, suporte ao Pix Automático e módulos de reporte regulatório. Isso permite que as instituições lancem e escalem suas operações de pagamentos com notável agilidade, segurança e total aderência à sua estratégia de negócio.

Felipe Facchini, CEO da Stark Infra, ressalta que “Em um mercado financeiro competitivo como o brasileiro, empresas que optam por contratar nossa infraestrutura conseguem se concentrar em seu core business”. Essa parceria estratégica garante estabilidade e disponibilidade contínuas, reduzindo o time to market e posicionando a instituição ao lado de um provedor que já atende empresas globais de grande porte.

Benefícios da terceirização: foco no crescimento e na inovação

A decisão de terceirizar a infraestrutura do Pix é um movimento estratégico que traz múltiplos benefícios. Além da já mencionada estabilidade e disponibilidade contínua, as instituições ganham em agilidade para entrar no mercado e na capacidade de escalar suas operações rapidamente.

A liberação de recursos, tanto capital quanto equipe, é crucial para que as empresas possam priorizar o desenvolvimento de produtos inovadores, a expansão de seus canais de distribuição e o fortalecimento do relacionamento com sua base de clientes. Ao contar com a infraestrutura da Stark Infra, por exemplo, o desafio de operar o Pix sem construir do zero se torna uma oportunidade para acelerar a participação no sistema de pagamentos instantâneos, dedicando-se integralmente ao crescimento do negócio.