Integrantes do Partido dos Trabalhadores (PT) estão buscando, nos bastidores, a vaga de primeiro suplente na chapa de Simone Tebet (PSB) ao Senado Federal por São Paulo, posição considerada estratégica pelo partido. A reivindicação surge com a possibilidade de vitória de Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de outubro de 2026, o que poderia levar Tebet a assumir novamente o Ministério do Planejamento e Orçamento, fazendo o primeiro suplente ocupar sua vaga no Senado[1][2].
O PT argumenta que a primeira suplência deve ser de um petista, como forma de compensação, já que o PSB terá duas candidaturas na chapa majoritária paulista: a própria Tebet e Márcio França, escolhido para a vice de Fernando Haddad na disputa pelo governo de São Paulo[1][3]. Segundo informações da coluna de Igor Gadelha, no Metrópoles, lideranças petistas pretendem que o suplente seja alguém ligado ao pré-candidato ao governo paulista, Fernando Haddad (PT)[1].
Ainda não há acordo formal entre Lula e Tebet sobre a primeira suplência. A ex-ministra, escolhida por Lula para compor a chapa de Haddad, ainda não definiu os nomes dos suplentes ao Senado. Aliados de Tebet afirmam que, até o momento, não houve nenhum acordo para entregar a vaga a um nome do PT[1]. Na semana passada, após uma reunião em Brasília, Lula bateu o martelo sobre a chapa petista: Haddad será candidato ao governo com Márcio França na vice, enquanto Tebet e Marina Silva (Rede) disputarão as duas vagas ao Senado[1].
Fonte original: Revista Oeste – Política.
