Tem dinheiro novo chegando para fortalecer a cultura que ferve nas comunidades de todo o Brasil. A segunda edição do programa Rouanet nas Favelas vai investir, no mínimo, R$ 10 milhões em projetos culturais desenvolvidos nas periferias, com a seleção de, no mínimo, 50 iniciativas que poderão receber até R$ 200 mil cada para tirar ideias do papel[3][4].
O lançamento da iniciativa ocorre na noite desta terça-feira (30), no Edifício Palácio Gustavo Capanema, no Rio de Janeiro, com a presença da ministra da Cultura, Margareth Menezes[3]. O programa, realizado em parceria com a Vale e a Central Única das Favelas (CUFA), amplia o acesso aos recursos da Lei Rouanet e reafirma o compromisso do Governo do Brasil com a democratização do incentivo cultural[3][4].
Nesta edição, o Rouanet nas Favelas contemplará agentes culturais de oito localidades brasileiras: Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Distrito Federal (DF), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), São Luís (MA), São Paulo (SP) e Vitória (ES)[3][4]. Podem ser inscritas iniciativas nas áreas de música, teatro, dança, audiovisual, artes visuais, patrimônio cultural, museus e literatura, além de projetos transversais ligados à cultura afro-brasileira, cultura urbana, tradições populares, infância e pessoas com deficiência[3][4].
A proposta é fazer com que os recursos cheguem a quem está na linha de frente da produção cultural nas comunidades: gente que movimenta a cena artística das quebradas, revela talentos e transforma a realidade com criatividade e disposição[3]. Segundo o Ministério da Cultura, a ideia é reconhecer e valorizar as histórias, os saberes e as manifestações culturais que nascem nas periferias e que, muitas vezes, enfrentam dificuldades para conseguir apoio financeiro[3].
Fonte original: Agência Brasil – Cultura.
