Menino de 9 anos se feriu antes da morte de jovem sem corda na Ponte do Esqueleto

Treze meses antes do falecimento tragédico de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, uma criança de nove anos quase perdeu a vida após realizar um salto sem os devidos equipamentos. As atividades foram realizadas pela mesma equipe responsável pelo acidente fatal, marcado por graves falhas nas medidas de segurança.

Quem e o quê

A equipe clandestina 'Entre Cordas', envolvida no acidente que tirou a vida de Maria Eduarda em junho do ano anterior, ignorou as regras básicas do rope jump. O garoto, acompanhado por uma menina de sete anos, ficou ferido após um salto malfeito sem uma corda de segurança e, consequentemente, debreagem adequada.

Quando e onde

O incidente ocorreu na Ponte do Esqueleto em Limeira, interior de São Paulo. As atividades no local continuaram após o falecimento de Maria Eduarda, demonstrando um claro descaso com a segurança e o bem-estar dos praticantes.

Por quê

Segundo relatos de seus próprios profissionais, a equipe respondeu rapidamente pela falta de medidas seguras. De acordo com Gustavo, integrante do grupo, o garoto foi jogado ao chão sem qualquer sinal de que estava bem, contrariando a regra habitual dos pulos.

Como e por quê

O empresária Evelyne Gonçalves é indiciada pela Polícia Civil por homicídio qualificado e fraudes processuais. Segundo relatos de testemunhas e membro do time, a organizadora evitou socorrer Maria Eduarda ao se precaver para salvar uma câmera GoPro.

Perguntas Frequentes

De quem é o indiciamento?

Evelyne dos Santos Gonçalves foi indiciada pela Polícia Civil por homicídio qualificado e fraude processual.

O que a empresa fez para esconder provas?

Cada salto foi gravado, mas as prova do acidente foram manipuladas com intenção de salvar a câmera GoPro, segundo depoimentos.

Perguntas Frequentes