Elenco avaliado em R$ 5,5 bilhões tem Vini Jr. como o mais caro e supera companhias de setores como educação, varejo e construção na bolsa brasileira.

O futebol não é apenas paixão nacional, mas também um negócio bilionário. Prova disso é a Seleção Brasileira que se prepara para a Copa do Mundo de 2026, cujo valor de mercado impressiona até mesmo o mercado financeiro.

Com um elenco estrelado de 26 jogadores, a equipe comandada por Carlo Ancelotti atinge uma marca expressiva de 928,2 milhões de euros, o equivalente a cerca de R$ 5,5 bilhões.

Este montante é tão significativo que coloca a Seleção Brasileira em um patamar financeiro superior ao valor de mercado de dez companhias listadas no Ibovespa, o principal índice da bolsa brasileira.

Essa informação, que compara universos distintos mas com lógica de recorte semelhante, foi divulgada por InvestNews – Finanças.

O gigantismo financeiro da Seleção Brasileira

A Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026, com seus 26 convocados, ostenta um valor total de 928,2 milhões de euros, que se traduz em aproximadamente R$ 5,5 bilhões.

O ataque da equipe, em particular, concentra a maior parcela deste montante. Os atacantes chamados por Ancelotti somam impressionantes 519 milhões de euros, ou R$ 3,1 bilhões.

  • Goleiros: 25,7 milhões de euros (R$ 152,3 milhões);
  • Defensores: 178,5 milhões de euros (R$ 1,1 bilhão);
  • Meias: 205 milhões de euros (R$ 1,2 bilhão);
  • Atacantes: 519 milhões de euros (R$ 3,1 bilhões).

Entre os jogadores, Vini Jr. se destaca como o mais valioso da convocação, avaliado em 140 milhões de euros, o equivalente a R$ 829,7 milhões.

Na sequência, aparecem Gabriel Magalhães e Matheus Cunha, ambos com um valor de 75 milhões de euros, ou R$ 444,5 milhões cada.

Em seguida, Bruno Guimarães e Raphinha também figuram entre os mais caros do elenco, avaliados em 70 milhões de euros, ou R$ 414,9 milhões cada.

Seleção Brasileira: Mais valiosa que companhias do Ibovespa

Com seu valor de mercado de R$ 5,5 bilhões, a Seleção Brasileira supera 10 empresas importantes da carteira do Ibovespa, de acordo com o levantamento realizado.

As companhias superadas atuam em diversos setores da economia brasileira, incluindo educação, construção, petróleo e varejo, demonstrando a amplitude do valor do elenco.

  • YDUQS: R$ 2,3 bilhões;
  • MRV: R$ 2,9 bilhões;
  • PetroReconcavo: R$ 3,1 bilhões;
  • Vamos: R$ 3,3 bilhões;
  • C&A: R$ 3,4 bilhões;
  • Azzas 2154: R$ 3,5 bilhões;
  • Minerva: R$ 3,6 bilhões;
  • Magazine Luiza: R$ 3,6 bilhões;
  • Cogna: R$ 4,8 bilhões;
  • Vivara: R$ 4,9 bilhões.

A comparação se encerra com a Vivara, pois a próxima empresa na lista, a Hapvida, apresenta um valor de mercado de R$ 5,7 bilhões, superando o valor da Seleção Brasileira convocada.

O ataque: Setor mais valioso da Seleção

O setor ofensivo é, sem dúvida, o coração financeiro da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026. Os oito atacantes convocados por Carlo Ancelotti representam um valor conjunto de 519 milhões de euros.

Este valor, que se traduz em aproximadamente R$ 3,1 bilhões, mostra a força e o potencial comercial dos jogadores de frente da equipe nacional.

Sozinho, o ataque da Seleção Brasileira já ostenta um valor superior ao de empresas do Ibovespa como YDUQS e MRV, e se equipara praticamente à PetroReconcavo, avaliada em R$ 3,1 bilhões.

Este grupo de atacantes é liderado por Vini Jr., que é o jogador mais valioso da lista com 140 milhões de euros, equivalente a R$ 829,7 milhões.

Ainda compõem este poderoso setor ofensivo nomes como Matheus Cunha, com 75 milhões de euros, e Raphinha, avaliado em 70 milhões de euros.

O elenco de ataque da Seleção Brasileira também inclui Igor Thiago, Rayan, Gabriel Martinelli, Endrick e Luiz Henrique, contribuindo para o expressivo valor total.