Cientistas descobrem maneira inovadora de usar lágrimas para detectar doenças do cérebro

Um estudo brasileiro desenvolveu um sensor low cost com base em grafeno que deteta dopamina nas lágrimas. O equipamento pode ajudar a identificar precocemente asvariações dos níveis deste neurotransmissor, crucial para diagnósticos de doenças neurológicas.

Conforme informação divulgada por Metrópoles – Saúde. Este método é menos invasivo e mais rápido do que os exames atuais. O sensor consegue detectar a dopamina em níveis bem abaixo da faixa saudável e até três vezes mais elevados, oferecendo uma chance de intervenção terapêutica mais precoce.

Como funciona?

O sensor cria um diagnóstico preciso através da análise do nível de dopamina nas lágrimas. Usando grafeno, o equipamento consegue detectar baixas e altas concentrações, facilitando a identificação de doenças neurodegenerativas como Parkinson.

Próximos passos?

No próximo estágio da pesquisa, os cientistas vão desenvolver dispositivos de diagnóstico com base nos resultados obtidos. Isto permitirá monitorar biomarcadores neurológicos com segurança e precisão.

O estudo foi publicado na revista American Chemical Society Omega na última semana.

Perguntas Frequentes

Como funciona o sensor de dopamina nas lágrimas?

A técnica é simples. Os cientistas desenvolveram um sensor low cost que usa grafeno para detectar a dopamina em níveis muito baixos ou altos, nos quais a faixa saudável pode variar.

Quais doenças podem ser identificadas?

A dopamina está ligada ao desenvolvimento de várias condiçãoss neurológicas, desde Parkinson e esquizofrnia até transtorno bipolar. A nova técnica pode ajudar a detectar variações dos níveis deste neurotransmissor.

Quando será disponibilizado o equipamento?

Os próximos passos da pesquisa envolvem o uso de lágrimas humanas para desenvolver dispositivos de diagnóstico, mas o cronograma exato ainda não foi divulgado.