Sete partidas da Copa do Mundo de 2026 suspeitas de manipulação identificadas
O Grupo de Copenhague, dedicado ao combate à manipulação de competições esportivas, alertou para comportamentos atípicos em sete jogos durante o torneio. Segundo a entidade, os analistas monitoraram as partidas com foco em movimentações significativas nos mercados de apostas e oscilações nas cotações (odds).
Entre os casos notáveis estão a expulsão do jogador sul-africano Themba Zwane contra o México, a possível demora em resultados, incluindo um falso gol de Ferran Torres na vitória espanhola, e perguntas abertas em sites de apostas sobre jogadores da seleção dos Estados Unidos.
A organização realizou monitoramento reforçado durante a fase final da Copa do Mundo, identificando 15 partidas com alguma atipicidade. Ao todo, sete receberam ‘alerta amarelo’ e outras 12 ‘graves controvérsias’ foram avaliadas sob o prisma da integridade.
O que é o Grupo de Copenhague?
O Grupo de Copenhague é uma entidade dedicada ao combate à manipulação de competições esportivas, visando garantir a justa integridade dos jogos.
Como foram feitas as investigações?
A organização utilizou inteligência de fontes abertas (OSINT) e inteligência de mídias sociais (SOCMINT), focando nos mercados de apostas, oscilações nas cotações e retirada de ofertas, além do acompanhamento das partidas no campo.
Perguntas Frequentes
O que é OSINT?
OSINT (inteligência de fontes abertas) é a coleta e análise de informações acessíveis ao público para fins operacionais, sem violar a privacidade.
E o socmint (SOCMINT)?
SOCMINT (inteligência das mídias sociais) refere-se à análise da informação disponível nas redes sociais em tempo real, buscando identificar comportamentos e tendências.
