Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) rebate a nova fase da Operação Rent a Car, que investiga desvio de recursos da cota parlamentar, e defende a legalidade dos contratos.
O deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) deflagrou uma forte crítica à terceira fase da Operação Rent a Car, batizada de Galho Fraco II, ao classificá-la como uma "cortina de fumaça" nesta quarta-feira, 1º. A declaração do líder da oposição na Câmara dos Deputados surge após a Polícia Federal (PF) cumprir mandados de busca e apreensão.
A operação da PF mirou pessoas ligadas ao parlamentar no Distrito Federal, em Goiás e em Minas Gerais, incluindo um advogado. Embora Sóstenes não seja alvo direto desta etapa, ele vê a ação como uma tentativa de desviar o foco das investigações envolvendo o senador Jaques Wagner (PT-BA).
A Operação Galho Fraco II aprofunda apurações sobre um suposto esquema de desvio de recursos da cota parlamentar por meio de locação de veículos. Segundo Sóstenes, a PF "requenta mais do mesmo" e não traz elementos inéditos, conforme informação divulgada por POLÍTICA.
Sóstenes Cavalcante e a Operação Galho Fraco II
O deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) não poupou críticas à Operação Rent a Car, fase Galho Fraco II, desencadeada pela Polícia Federal. Para o parlamentar, a ação, que teve mandados cumpridos em diversas localidades contra pessoas ligadas a ele, como um advogado, serve para ocultar outras investigações de maior peso. Ele aponta o senador Jaques Wagner (PT-BA) como o verdadeiro foco a ser desviado.
Investigações sobre Desvio de Cota Parlamentar
A Polícia Federal, em sua nova fase, concentra-se em um suposto esquema de desvio de recursos da cota parlamentar, utilizando contratos de locação de veículos. As apurações abrangem crimes graves como peculato, lavagem de dinheiro, fraude processual e organização criminosa. Há também a suspeita de que houve tentativas de mascarar ou alterar provas para dar um aspecto de legalidade à movimentação financeira. Sóstenes, no entanto, argumenta que a ofensiva policial carece de novidades, resumindo-a a "mais do mesmo".
A Defesa do Deputado Sóstenes Cavalcante
Em sua defesa, o deputado Sóstenes Cavalcante abordou diretamente a acusação de lavagem de dinheiro relacionada ao contrato de locação de um Toyota Corolla, custeado com verbas parlamentares. Ele assegura que o veículo esteve sempre em uso, contestando a ideia de desvio. Para provar sua inocência, o parlamentar apresentou o contrato de locação, registros de um assalto envolvendo o carro e um boletim de ocorrência de um acidente que ele próprio sofreu em Minas Gerais enquanto dirigia o Toyota Corolla.
"Se estou usando o objeto do contrato, não tenho como lavar esse dinheiro", enfatizou Sóstenes. Ele reforça que as provas são "irrefutáveis" e que a investigação, no seu entendimento, se tornará "nula de direito" por falta de fundamentação. O líder da oposição na Câmara nega veementemente qualquer desvio de recursos da cota parlamentar, garantindo uma rigorosa prestação de contas de sua parte.
Transparência na Prestação de Contas Parlamentar
Para evidenciar a seriedade com que trata os recursos públicos, Sóstenes Cavalcante destacou o cuidado na guarda de todos os comprovantes, inclusive os individuais de abastecimento de combustível. Essa prática, segundo ele, visa evitar qualquer tipo de questionamento futuro e garantir a total transparência. A atitude do deputado busca afastar as suspeitas levantadas pela Operação Rent a Car e fortalecer sua imagem de político íntegro.
Perguntas Frequentes
O que é a Operação Galho Fraco II?
A Operação Galho Fraco II é a terceira fase da Operação Rent a Car, conduzida pela Polícia Federal. Ela investiga um suposto esquema de desvio de recursos da cota parlamentar por meio de contratos de locação de veículos, com suspeitas de crimes como peculato, lavagem de dinheiro, fraude processual e organização criminosa.
Por que Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) criticou a operação?
O deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) classificou a operação como uma "cortina de fumaça" para desviar a atenção de investigações envolvendo o senador Jaques Wagner (PT-BA). Ele também afirmou que a ação da PF não trouxe elementos inéditos e que as acusações contra ele, relacionadas ao uso de um Toyota Corolla, são infundadas.
Sóstenes Cavalcante é investigado na Operação Galho Fraco II?
Nesta fase da Operação Galho Fraco II, o deputado Sóstenes Cavalcante não é investigado diretamente. A Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão contra pessoas ligadas a ele, incluindo um advogado, no Distrito Federal, em Goiás e em Minas Gerais.
Como Sóstenes Cavalcante se defende das acusações de desvio?
Sóstenes Cavalcante defende-se das acusações de lavagem de dinheiro relacionadas à locação de um Toyota Corolla afirmando que o veículo sempre esteve em uso. Ele apresentou provas como o contrato de locação, registros de assalto e um boletim de ocorrência de acidente envolvendo o carro, além de enfatizar a rigorosa guarda de comprovantes de prestação de contas.
