Stablecoins: Quem Beneficia com o Dólar Cripto no Brasil?
A movimentação de bilhões em stablecoins tem impactado diretamente a Receita Federal, além de criar uma cadeia de lucros para corretoras, emissoras e bancos. Veja como esses players ganham dinheiro com essa tendência financeira.
Um estudo da Vault Capital, pedido pelo InvestNews, revela que as receitas do setor de stablecoins podem chegar a R$5bilhões a R$10bilhões. Cada comprador ou vendedor que usa estas criptomoedas paga taxas, enquanto o lastro das stablecoins rende juros para suas emissoras.
Corretoras Lucram com Fluxo de Dólar Cripto
Cada transação gera um comissão, calculada entre 0,15% e 0,40% do valor negociado. Com movimentações milionárias em stablecoins, as corretoras como Binance e Coinbase podem reavizar milhões apenas nas taxas de negociação.
Emissoras Ganham com Estoque das Stablecoins
Empresas como a Tether, responsável pela USDT, lucram com os juros gerados pelos títulos do Tesouro americano que servem de lastro para as stablecoins. O valor estimado do ganho brasileiro dessas empresas varia entre R$2bilhões e R$10bilhões.
Bancos Participam e Ganham
As instituições financeiras também entram nesse negócio, como banco intermediário ou fornecendo serviços legais à movimentação de títulos. Isso fortalece o controle dos bancos sobre a transação de criptomoedas.
Perguntas Frequentes
Quem recebe os maiores lucros com stablecoins?
A resposta são as corretoras e emissoras que cobram taxas nas transações, além das juros gerados pelo lastro das moedas.
E as pequenas criptomoedas participam disso?
Sim, mas em menor escala. As maiores plataformas de trading têm maior volume e portfólio para ganhar taxas maiores.
Como o governo beneficia com essa tendência financeira?
A Receita Federal pega esses royalties e rendimentos, tornando esse negócio lucrativo tanto para privados quanto públicos.
