SUS disponibiliza medicação para ELA em fase inicial
O Ministério da Saúde incluiu a edaravona no Sistema Único de Saúde (SUS) para tratar pacientes adultos com esclerose lateral amiotrófica (ELA) em estágios iniciais. O novo tratamento se destina a portadores na fase graus 1 e 2, com duração menor ou igual a dois anos.
A decisão foi publicada no Diário Oficial da União nesta terça-feira (21/7). As áreas técnicas têm dezesseis meses para efetivar a oferta do medicamento.
Dados sobre o tratamento
A edaravona é uma medicação que funciona como um antagonista de oxidantes, ou seja, tem capacidade de bloquear reações oxidativas, prevendo danos ao tecido nervoso. A conduta a ser adotada com o tratamento está baseada em recomendações dos próprios centros de pesquisa da ELA.
Impacto e informações importantes
A ELA é uma doença progressiva que provoca degeneração nos neurônios motores, resultando gradualmente na perda dos movimentos voluntários. O ministério informa que a condição mais frequentemente aparece entre os 55 e 75 anos de idade.
Ganho no diagnóstico
Os avanços tecnológicos permitem um diagnóstico mais preciso para a ELA. Pode demorar até 16 meses para ter um diagnóstico definitivo, o que torna essencial o tratamento precoce.
Perguntas Frequentes
O que é edaravona?
A edaravona trata a esclerose lateral amiotrófica por meio de bloqueio de reações oxidativas no tecido nervoso.
Quem pode receber o tratamento?
Somente pacientes adultos com ELA em graus 1 e 2, com duração menor ou igual a dois anos.
Quantos meses atrasaram para efetivar o medicamento?
No prazo de dezesseis meses após publicação do D.O.U., áreas técnicas estão comprometidas em fornecer a medicação.
