Submersível registra segundo naufrágio após visitar Titanic
Cientistas conseguem fotografar restos do navio Quest, que afundou em meados de 1962, usando o submersível Alvin. Expedição internacional liderada pela Sociedade Geográfica Real Canadense e Instituto Oceanográfico Woods Hole.
Descobertas Inéditas
No entanto, grandes redes de pesca atrapalham a exploração. “Precisamos assumir a responsabilidade pelos nossos oceanos,” ressalta John Geiger, líder da equipe. Os destroços estão localizados a cerca de 390 metros de profundidade no Mar do Labrador na América do Norte.
Tecnologia Avançada
Para obter registros de alta definição, os exploradores utilizaram um veiculo operado remotamente (ROV) e instrumentos fotográficos avançados. “Esse tipo de modelagem 3D nos dá maneiras totalmente novas de explorar esses naufrágios históricos e torná-los acessíveis a uma plateia maior,” afirma um integrante do time.
Objetivos da Expedição
A equipe planeja usar as imagens para criar modelos 3D dos restos do barco naufragado. “O principal objetivo é manter viva a memória de esses navios e preservar sua história,” completa João Silva, coordenador do projeto.
Perguntas Frequentes
Quais são os próximos passos para o projeto?
O plano é criar modelos 3D dos restos do barco afundado e disponibilizá-los online para que a comunidade científica e o público em geral possam acessar.
Durante as explorações, houve algum interesse cultural ou histórico particular?
Não houve menção a visitas de turistas ou estudos históricos específicos durante as explorações.
Aquaticidade das redes de pesca pode afetar a conservação dos naufrágios no futuro?
Sim, John Geiger, líder do time, destaca: “A nossa responsabilidade é minimizar o impacto dessas redes sobre os restos do navio.”
