Nova tarifa dos EUA pode elevar impostos para 37,5% sobre exportações brasileiras

Nesta quinta-feira (23), os Estados Unidos decidiram aplicar uma nova tarifa de 12,5% contra o Brasil. Com isso, a cobrança total pode chegar a 37,5%, um dos blocos tarifários mais altos entre os grandes parceiros comerciais americanos.

O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Marcio Elias Rosa, afirmou que o governo ainda não sabe se as duas tarifas serão somadas. O Brasil está no grupo de países com a taxa mais alta, ao lado da China, Índia e Austrália.

Impacto nas exportações

O ministro Marcio Elias Rosa disse à Reuters que o governo não sabe ainda se as duas tarifas serão somadas. “Vamos descobrir se será cumulativa ou não, se teremos 25% mais 12,5% ou se conseguiremos uma isenção”, afirmou.

Fazenda federal analisa e reagirá

A Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia monitora a situação. O superintendente de Regulamentação e Cobranças da Secex, Paulo Henrique Corrêa, afirmou que o órgão ainda está em análise para saber como agirá frente à medida.

Efeitos na economia

Se a nova tarifa se somar à existente de 25%, os exportadores brasileiros enfrentarão um cobro total de 37,5%. Esse percentual é superior ao aplicado aos outros grandes parceiros comerciais americanos.

Perguntas Frequentes

1. A nova tarifa dos EUA afetará as exportações brasileiras?

Sim, a nova tarifa de 12,5% pode ser aplicada sobre certas exportações brasileiras, resultando em um total de 37,5%.

2. Como a Sefaz calcula as taxas?

A Secretaria da Receita Federal do Brasil (Sefaz) será quem calculará e aplicará a nova tarifa sobre certos produtos importados.

3. Quais setores poderão ser afetados pela nova tarifa?

Cerca de dez países, incluindo Brasil, China, Índia e Austrália, terão uma cobrança maior, enquanto outros ficaram isentos ou com tarifas menores.