Ministro Alexandre de Moraes manda prender a técnica agrícola Taís Simone após descumprimento de medidas cautelares

A técnica agrícola Taís Simone Prado Leal, de 52 anos, foi envolvida nos atos antidemocráticos ocorridos no 8 de Janeiro e estava com um acordo de não persecução penal (ANPP) em vigor. No entanto, após a PF extrair dados do celular dela em março de 2025, o ministro Alexandre de Moraes rescindiu esse acordo e determinou medidas cautelares.

Em sua decisão, a PGR concluiu que os novos dado indicam uma participação maior de Taís naquele golpe, comprovada por geolocalização e mensagens encontradas no celular dela. Há registros de que ela estava em Brasília em 8/1/2023, enquanto afirmou estar em Natal antes.

Não havia nenhum acordo no ANPP sobre participação no golpe do ano passado?

No acordo anterior, Taís só admitiu ter participado de um acampamento golpista próximo ao Quartel-General do Exército, mas não especificou o dia 8/1. A atual investigação mostrou uma presença em Brasília nesse dia.

Perguntas Frequentes

Ela já tinha sido investigada por ações semelhantes antes?

No ANPP rescindido, Taís admitiu participação em um acampamento golpista, mas não detalhou seu envolvimento no dia 8/1.

Precisava de tornozeleira eletrônica? Por que foi solicitado esse tipo de medida?

O uso de tornozeleira eletrônica era para monitorar Taís e garantir seu cumprimento das medidas cautelares, sobretudo após os novos dados mostrarem maior participação na ação.