Em maio de 2026, o Tesouro Direto registrou um volume recorde de aplicações, atingindo **R$ 10,22 bilhões** em investimentos em títulos públicos, o maior patamar já alcançado para o mês desde o início da série histórica[2]. A emissão líquida, que considera os resgates de R$ 4,15 bilhões, fechou em **R$ 6,07 bilhões**, superando todos os valores anteriores e marcando um novo marco para o programa[2].

Dos 1.192.100 operações realizadas no período, o valor médio por aplicação foi de **R$ 8.570,70**, enquanto 54,7% das transações foram de até R$ 1 mil, demonstrando a forte adesão de pequenos investidores[2]. Os títulos mais demandados foram os **Tesouro Selic**, indexados à taxa básica de juros, que somaram R$ 5,6 bilhões (54,5% do total), seguidos pelos títulos de inflação, como **Tesouro IPCA+**, com R$ 3 bilhões (39,4%)[2]. Os prefixados representaram 16,1% das vendas, com R$ 1,6 bilhão[2].

Um destaque especial foi o novo título **Tesouro Reserva**, lançado em 11 de maio com liquidez 24 horas via Pix e aplicação mínima de R$ 1, que já atraiu mais de **80 mil investidores** e movimentou acima de R$ 1,52 bilhão[4][6]. Em termos de prazo, 46,6% das vendas concentraram-se em títulos com vencimento entre 1 e 5 anos, enquanto 34,4% foram para vencimentos entre 5 e 10 anos[2].

Na base de investidores, abril já registrou **3.592.215** pessoas ativas, com crescimento de 120.162 no mês e 19,2% em 12 meses[1]. O estoque total do Tesouro Direto fechou em **R$ 251 bilhões**, um aumento de 3,6% em relação ao mês anterior e 42,5% comparado a 2025, sendo que os títulos de inflação representam 50,7% desse montante[2].