Tráfego no Estreito de Ormuz cai a menor marca em dois meses
O tráfego de petroleiros e gaseiros no Estreito de Ormuz atingiu o nível mais baixo nos últimos dois meses no último domingo (12), segundo dados do setor de navegação divulgados nesta segunda-feira. O movimento comercial diminuiu em meio a escalada contínua das tensões entre Irã e Estados Unidos, além de novos ataques a embarcações.
Escalada nas tensões
O tráfego na via navegável entre o Golfo Pérsico e Mar Vermelho caiu para níveis não vistos desde 25 de maio, conforme análise da Kpler. O Centro Conjunto de Informações Marítimas (JMIC), liderado pela Marinha dos EUA, informou no domingo que os padrões de navegação refletiam a cautela das operadoras após os recentes ataques à marinha comercial no estreito.
Medidas de segurança crescem
Muitas embarcações têm desligado seus transponders públicos de rastreamento AIS, dificultando o registro do número total de navios cruzando a via. A situação levou a nove seções STS (ship-to-ship transfers), pelo menos três envolvendo petroleiros pálidos, na costa de Omã. A transferência de carga entre embarcações sem atracar torna o rastreamento mais difícil.
Citizenship and involvement
Conforme informação divulgada por Jornal de Brasília – Mundo, os Estados Unidos intensificaram estratégias e forças navaquímicas na área para monitorar a situação. O Irã acusou Washington de ampliar suas operações militares.
Perguntas Frequentes
Qual é o impacto da diminuição no tráfego das rotas marítimas?
O caos na navegação pode atrasar suprimentos para países que dependem de combustíveis estrangeiros, aumentando custos. Navegantes temem por sua segurança na zona.
Como as tensões entre Irã e EUA estão afetando as relações internacionais?
A escalada pode levar a um ressurgimento de confrontos globais, com possíveis embargo a produtos do Oriente Médio. Nações vizinhas já aumentaram suas defesas aéreas.
Por que a Marinha dos EUA está intensificando operações no estreito?
A decisão pode ser uma resposta ao aumento de atividades militares iranianas e tem o intuito de garantir a liberdade de navegação, proteger embarcações comerciais norte-americanas e minimizar perigos à segurança marítima.
