TSE LIBERA O USO DE IA EM CAMPAÑAS COM RESTRIÇÕES

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, permitiu o uso de inteligência artificial (IA) em campanhas eleitorais, desde que não sejam propagadas desinformações ou ofensas aos candidatos. O anúncio veio após a convenção do PL, que exibiu um vídeo com a imagem e voz fabricada de Jair Bolsonaro.

IA NA POLÍTICA

Nunes Marques destacou que diferentes áreas já utilizam a tecnologia A.I., inclusive o Poder Judiciário. A declaração foi publicada em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, um dia após a Convenção Nacional do PL.

REGULAMENTAÇÃO DA IA

A eventual análise do caso terá como base uma resolução do TSE que proíbe a divulgação de conteúdos fabricados ou manipulados, bem como o uso de deepfakes para favorecer ou prejudicar candidaturas.

GESTÃO DAS ELEIÇÕES

A Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PV e PCdoB, acionou o TSE contra a exibição do vídeo na convenção. O grupo pede multa de R$ 30 mil contra a candidatura de Flávio Bolsonaro e a retirada das publicações envolvidas.

Perguntas Frequentes

IA É PERMITIDA NA CAMPANHA PARA OS PROXIMOS ELEIÇÕES?

Sim, desde que respeite as regras estabelecidas pelo TSE. O uso de IA deve evitar a propagação de desinformações e ofensas à integridade dos candidatos.

HÁ RISCOS DE Uso Irregular De AI?

Sim, o risco existe e está sendo monitorado pelo próprio TSE. A instituição promove a aplicação da resolução que disciplina o uso de inteligência artificial na propaganda eleitoral de acordo com o que foi definido.

O QUE É EXATO UMA DEEPFAKE?

Um deepfake é um conteúdo de áudio ou vídeo fabricado utilizando inteligência artificial. Ele pode ser usado para alterar ou criar a imagem e/ou voz de alguém, sendo considerado um potencial instrumento de disinfoamária em campanhas eleitorais.